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terça-feira, 28 de Novembro de 2006

Esta semana estou por aqui

Na cidade eterna, Roma, onde venho todos os anos e nao me farto nunca! A partir de 6ª feira tenho a companhia do T., da minha irma C e do Martim. Vai ser a sua primeira viagem de aviao e saída de Portugal.

Já agora um aviso útil. Sempre que um menor sai do país acompanhado apenas por um dos pais, este deverá ter uma autorizaçao do outro para o poder fazer. Essa autorizaçao deve ter a assinatura reconhecida num notário.

E desculpem a má acentuaçao é que nao tenho teclado português e há falta de til...

quarta-feira, 22 de Novembro de 2006

A Dodot é nossa amiga!

Desculpem a publicidade mas resolveu-me um problema. Passo a explicar. O Martim tem 11 quilos e usa fraldas número 4 (9-15 Kg) que me parecem cada vez mais apertadas. Além disso os acidentes (fugas de xixi e cocó) sucedem-se. Tenho por sistema comprar o tamanho seguinte sempre que o Martim atinge o peso correspondente ao mínimo. Mas desta vez estava complicado pois o tamanho 5 corresponde ao intervalo 13-20 Kg e achava as fraldas demasiado grandes. E não é que a Dodot criou o tamanho 4 plus que corresponde a 11-16 Kg? Nem hesitei quando vi o pacote e comprei logo!

terça-feira, 21 de Novembro de 2006

O Martim já tem BI

E já está pronto! Como em breve vamos voar de avião para Itália, o jovem Martim tem de ter uma identificação. Foi uma aventura tirar a foto tipo passe, fomos a uma loja Fotosport (perdoem a publicidade) e fartamos-nos de rir. Era eu, o T. e a moça da loja a tentar fazê-lo sorrir e o Martim a olhar para nós com um ar espantado como se perguntasse "mas o que é que estes 3 palhaços querem?". Estava tão admirado que nem tentou fugir do banquinho onde estava sentado. No final de cerca de 15 fotos, só se aproveitaram duas, as outras estavam tremidas... Depois lá fomos à loja do cidadão fazer o BI, e foi um instantinho, estava pouca gente e não houve desastres com a tinta da impressão digital! Só há uma coisa que me espanta, a validade do BI ser de 6 anos, aos 6 anos o Martim tem um BI com carinha de bebé.

terça-feira, 14 de Novembro de 2006

Febre, dentes e outono

O Martim está fanhoso e com febre, 38.4ºC. Desconfio que não é só constipação, pois há rabinho assado, cocó muito mole e roem-se desesperadamente todas as coisas que aparecem à frente. Se calhar é desta que os dentes aparecem. A ver vamos, assim como assim já há quase seis meses que o cenário (à excpção da febre) é este...

Já agora alguém me sabe dizer por onde anda o Outono? Será que veio finalmente com o nevoeiro de ontem? Estou farta deste tempo quente e húmido! Está tudo verde, as árvores não perderam as folhas. O Martim está cheio de babas e eu estou farta de matar melgas em casa! Estamos em Novembro, essa bicharada há muito que já devia ter desaparecido!

Tenho saudades dos dias frios e ensolarados de Inverno e de usar roupa quentinha. Também podem ser dias como de hoje em que "não se vê um palmo à frente do nariz" mas com a temperatura bem mais baixa... Gosto de andar na rua bem agasalhada a sentir o frio nas bochechas, dá-me energia!

terça-feira, 7 de Novembro de 2006

Ainda estou em choque!

Aos 33 anos vou ser tia-avó!

Adenda: A minha sobrinha tem 26 anos e eu tenho 22 anos de diferença para a minha irmã.

segunda-feira, 6 de Novembro de 2006

Será do nome?

O Martim tem uma atracção por portas: de casa, do carro, etc.

Já lhe expliquei que, há muitos séculos atrás, uma porta foi fatal para outro Martim, mas de apelido Moniz, mas ele não quis saber... :-)

sexta-feira, 3 de Novembro de 2006

Ser mãe é...

... passar o dia a trautear a melodia de um brinquedo em vez da primeira música que se ouviu no rádio de manha.

Bom fim de semana!

quarta-feira, 1 de Novembro de 2006

Há um ano atrás (7)...

Por estes dias tinha ouvido a frase mais incrível da boca de um médico. Havia semanas que andava às voltas com uma infecção urinária. Nesta altura ainda não sabia o que era. Não tinha nenhum dos sintomas típicos, tinha umas dores intensas no fundo da barriga que quase me impediam quase de andar. Por azar, a minha médica estava de férias nessas semanas e no estrangeiro.

Após uma noite sem conseguir dormir com as dores, depois de uma série de vezes em que a barriga ficou muito dura e de muita actividade da parte do Martim, fui à urgência do Hospital de Santa Maria (HSM). A médica de serviço não quis saber das dores para nada, só se preocupou com as contracções e ligou-me durante meia hora ao CTG que não acusou nada. A médica virou-se para mim e disse com um ar muito escandalizado: "Não tem contracções!" "E as dores?", perguntei eu. "Isso deve ser muscular, não se preocupe! Tome lá magnésio para as contracções." Pois se eu não tinha contracções para que eu queria magnésio? E as minhas dores nada. Nem fez análises e nem ecografia, nada.

Lá andei uma semana a arrastar-me com dores. Até que um dia chego a casa e vou à casa de banho e, choque, tinha sangue vivo nas cuecas. Lá corri outra vez para
a urgência do HSM. E foi aí que o médico de serviço após eu contar toda a história e falar do sangue se sai com a seguinte pérola:

"As senhoras grávidas deviam ter a obrigação de saber quando o sangue vem do bebé ou não!"

Mas eu não me fiquei e respondi: "Desde quando é que é necessário tirar um curso de medicina para ficar grávida?"Aí ele calou-se e fez a ecografia para ver se estava tudo bem com o Martim. Passou-me análises ao sangue e à urina. Quando voltei com o resultado, ele disse-me que era uma infecção urinária e que não percebia como é que a colega dele não tinha percebido e me tinha despachado apenas com magnésio. Disse-me que me receitava um antibiótico e que eu melhoraria em dois ou três dias.

Mas as dores não passavam e eu desesperava. Até que finalmente a minha médica regressou de férias e quando lhe contei toda a história, ela nem queria acreditar. Mas havia mais: o suposto antibiótico não era antibiótico, era um anti-inflamatório fraquíssimo que nao curava nada, não admirava eu continuar com dores. Lá me receitou o antibiótico certo e passou-me novas análises para verificar a evolução da infecção.

Depois desta história, durante esta gavidez (e se houver mais gravidezes), uma coisa eu sei, no caso de um destes dois médicos estar de serviço na urgência, eu recusar-me-ia a ser atendida por um destes dois incopetentes!